A cidade de Rondonópolis precisa com urgência rever a política de apoio às artes que está em funcionamento no município. Não estou aqui defendendo que se derrame dinheiro público para fomentar o setor, aliás não estou cobrando investimentos do setor público acho que está na hora da iniciativa privada apoiar as artes e vejo também que está faltando à classe artística, um maior poder de articulação, não vejo mais ações conjuntas como foi no passado, até mesmo porque, no passado, havia a figura de Marlene Casarim por exemplo, que agia como articuladora da classe e ao mesmo fomentadora. Talvez esteja faltando alguém para fazer um trabalho semelhante ao que ela fez na década de 90, quando as nossas artes plásticas cresceram em proporções geométricas.
O que eu estou querendo é que existe a necessidade de buscar uma nova fórmula de fomentar a formação de artistas em Rondonópolis. É preciso, por exemplo, criar eventos, concursos culturais com premiações interessantes, festivais de artes e até mesmo a criação de um site coletivo de artes locais, onde obras poderiam ser apreciadas via internet.
Escrevo isso que não vejo na cidade uma efervescência no setor como já vi no passado. Lembro-me dos tempos que se via os nossos artistas por todos os cantos da cidade, era um grupo pintando na praça Brasil pela manhã, outro na Cidade de Pedra. A cidade tinha marcas de artes por todos os lados, muitas dessas marcas presentes até os dias de hoje.
O resultado desse período foi o nascimento de uma grande geração de artistas, como Mando Nunes, Vander Melo, Valcides Arantes, Márcio França, Sebastião Veloz, Paulo Pires e muitos outros que eu acabei esquecendo neste espaço. O único novo talento que estou vendo nascer é de Peterson, que por sinal, está trabalhando em painel no Hall de entrada da Câmara de Vereadores de Rondonópolis.
Essa geração nasceu em razão de que na época havia espaços para os nossos artistas aprenderem e também para mostrar e divulgar a sua arte. Não estou querendo aqui dizer que hoje não há. Os espaços que existem em Rondonópolis para as artes plásticas são muitos limitados e os cursos também escassos. O setor precisa passar por uma nova construção até para termos novos talentos em ação.








21 de fevereiro, 2012
Lucas Perrone ,talves você não lenbre de mim morei muito tempo em roo no ano 2000 fui pra USA ,DEPOIS DE 7 ANOS EM BOSTON estou de volta em um grande projeto em guarantá do norte ,tive informação sobre a arte em roo ,realmente não acontece nada ,mas em breve vai acontecer ,estou agendando uma grande exposição em roo [50 esculturas ] estou indo pra SÃO PAULO ,ANTES VOU ESTAR EM ROO ,VAMOS COMUNICAR SEMPRE TENHO UM PROJETO PRA ROO,TALVEZ ENTERESSA A VOCÊ SABER DISSO.
UM ABRAÇO
SEBASTIÃO VELOZ