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Publicado em 17 de fevereiro de 2012 | 7:00 | MÍRIAM TRENTO

Políticos e OAB comemoram aprovação da Ficha Limpa

Foi aprovado nesta quinta-feira a Lei Ficha Limpa que foi proposto pelo PPS e pela Ordem dos Advogados do Brasil. Para o vereador Milton Mutum que foi autor do projeto que institui a Lei da Ficha Limpa na esfera municipal, essa aprovação nacional foi um grande avanço, já que não é correto que políticos não tem boa conduta administrem o dinheiro público.

Depois dessa aprovação que vale para todo o país, Milton, afirmou que na semana que vem vai cobrar da prefeitura para que em Rondonópolis a medida seja cumprida, tanto nos requisitos nacionais como na lei aprovada no município. “Quem não tem ficha limpa não pode lidar com cargos públicos”, fala.

O presidente da Câmara Municipal, Ananias Filho, comentou que sempre foi a favor da Ficha Limpa e que inclusive deve ser cumprido pela atual gestão. “Para ter mandato tem que ter ficha limpa”, diz.

A Lei veio para fortalecer a democracia, o cidadão terá a chance de escolher pessoas idôneas, afirma o advogado eleitoral e presidente do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Efrain Alves. “Essa será a oportunidade de moralizar a política, resgatar a confiança dos homens que fazem a política com seriedade e transparência. O STF (Supremo Tribunal Federal) deu um grande salto, já que fez valer as regras que são previstas na constituição brasileira que é de termos a frente dos cargos políticos pessoas dignas e idôneas”, conta.

O presidente da subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Rondonópolis, Adalberto Lopes de Souza, comentou que agora será possível que os políticos sejam escolhidos de forma séria e transparente. “Essa aprovação já era esperada pelo povo brasileiro há muito tempo, agora sim a democracia será levada a sério”, afirma.

Adalberto explicou que assim como em outras profissões a honestidade no que se faz será exigido com essa nova medida. “As pessoas que forem condenadas em juizado de 2ª instância não poderão ser eleitos. Posso afirmar que essa decisão veio em boa hora”, alega.

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