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Publicado em 2 de maio de 2013 - 8h21

Com medo

O destino da Secretaria Municipal de Promoção e Assistência Social ainda é indefinido. Como o site AGORA MT já divulgou (leia aqui) Cláudia Virgílio, atual secretária da pasta, ainda está em negociação com o prefeito.

Ela pediu para deixar a administração, mas, segundo fontes da Coluna Bastidores o prefeito Percival Muniz (MD) estaria tentando contornar a situação e encontrar a melhor saída, já que Cláudia é uma indicação do PMDB e esse cargo sela a união do maior partido do país com a administração.

Chegou a ser anunciado por Muniz, (leia aqui) que a pasta seria comandada por outro partido, mas segundo fontes da Coluna Bastidores, o prefeito teria mudado de ideia, por não querer enfrentar uma briga com o deputado federal e presidente estadual do PMDB, Carlos Bezerra. A fonte informou que mesmo que Cláudia não permaneça no cargo, a pasta continuará sob o comando da sigla e que eles terão o direito de indicar um novo nome.

 

24 comentários

  1. Juliana Siqueira Barros:

    Discussão política a respeito do partido que irá comandar uma das secretarias municipais????
    É triste ver como o interesse particular, no caso, o interesse em fazer política, supera, sem nenhum pudor, o interesse público.
    O que me impressiona é a forma como isso é dito a sociedade, como se fosse a coisa mais comum. Não se faz mais questão de esconder.
    Para aqueles que não sabem o que a Constituição Federal determina, esclareço que o interesse público (de todos) deve prevalecer sobre o interesse pessoal, e a administração pública jamais poderá se valer de qualquer atitude que vise o seu interesse pessoal, ou de uma minoria, como é o caso. Neste caso se caracteriza pela ausência de administração na Secretaria e seus prejuízos reflexos.
    Não existe na lei nenhuma previsão ou algo que autorize a distribuição de cargos utilizando critério político, mesmo que o cargo seja de livre nomeação do Prefeito, deverá pautar pelos princípios que norteiam a administração pública, dentre eles a eficiência e impessoalidade. O que, ao meu ver, não está ocorrendo.

    Na dicção de Celso Antônio Bandeira de Mello, impessoalidade:
    “traduz a idéia de que a Administração tem que tratar a todos os administrados sem discriminações, benéficas ou peculiares(…)
    Em suma, há que se entender que os atos administrativos devem ser orientados exclusivamente para uma finalidade pública, sem deixar-se contaminar por interesses individuais e, portanto, pessoais.

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