Conhecido treinador carioca da gema, 62 anos bem vividos no futebol, amante de uma prancheta por perto para fazer anotações e de bate-papos saborosos. Esse é Joel Santana, personagem curiosa do futebol, que  ao comandar o primeiro treino do Cruzeiro  já mostrou, nas primeiras orientações de incentivo aos jogadores, o jeito simples e malandro – no bom sentido – de trabalhar.

Vamos lá, pitbull, não dá mole. Vocês têm que “tourear”. Pega, pega, dá o bote, dá o bote – gritava Joel Santana à turma do meio-campo.

A vibração do técnico ocorria entre paralisações para dar dicas de posicionamento no treino tático do time sem atacantes. Joel Santana debutava mostrando logo as diferenças em relação ao seu antecessor, Cuca. As orientações animaram os volantes, que partiam para as divididas com mais disposição. Mas o argentino Montillo…  Bem, o jogador estranhou um pouco e confessou não ter entendido algumas gírias de Joel.

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Ainda está muito no início, foi o primeiro treinamento. Mas tem algumas palavras que eu não consegui entender – revelou o meia, com um leve sorriso.

Brincadeiras à parte, Montillo reconhece que a marcação tem que ser priorizada.

Quando um time não toma gols, fica mais fácil ganhar as partidas. No ano passado, era difícil o Cruzeiro sofrer gols. Agora levamos em todos os jogos. Acho que precisamos melhorar tudo, não só a defesa. Mas, taticamente, quando se começa um trabalho, é de trás para a frente.

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