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Em 28 de julho é comemorado o Dia do Agricultor, profissão fundamental para o desenvolvimento do país. A evolução social e as transformações sofridas na agricultura são conseqüências de uma nova situação deste trabalhador que aprendeu com a tecnologia novos modelos de plantação, irrigação, aceleração e a defender as plantações de pragas.

O agricultor já foi chamado pelo mais variados termos como camponês, lavrador, produtor, mas mesmo com o passar dos anos eles não perderam a simplicidade do campo. O produtor, Jorge Falquete da Silva, falou que adora a vida na roça que até tentou fazer outra coisa, mas não conseguiu por saudade do campo.

Jorge comentou que desde criança trabalhava com a família cuidando das plantações. Hoje, o agricultor cuida sozinho das suas terras trabalhando na produção de abóbora, banana e na criação de animais. Ele conta que o trabalho começa bem cedo, às 5h, e que só termina a hora que o sol se esconde.

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“A vida aqui na roça também é corrida, tenho que dar conta do serviço antes do por do sol. Mas não troco o sossego do campo por nada, aqui posso viver tranqüilo, sem medo de olhar para cima para ver as estrelas e ser assaltado”, diz.

De acordo com Jorge a vida de agricultor é de muito trabalho, mas a recompensa vem na hora da colheita. “É bom saber que contribuo para levar o alimento que planto com minhas próprias mãos para a mesa de tantas pessoas que nem conheço, além de poder usá-lo para meu sustento. È uma troca eu levo o alimento até a pessoa e depois eu vou e compro a roupa, o sapato, o combustível, que ela também produz”, fala.

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