Seleção feminina em ação contra a China (Foto: Helena Rebello / Globoesporte.com)

Em abril, Juciely bloqueou o ataque do Osasco, e o Rio de Janeiro conquistou a Superliga. Neste sábado, contra a China, se transformou em paredão mais uma vez, e a seleção feminina garantiu a medalha de ouro nos Jogos Mundiais Militares. Acostumada a comer pelas beiradas, a mineira não é muito fã dos holofotes e faz questão de dividir os méritos com o grupo.

Ao comemorar mais um ponto de título na temporada, a central agradeceu à comissão técnica, que ajudou no processo de recuperação de uma lesão no abdômen, sofrida enquanto defendia a equipe principal do país na Copa Pan-Americana, no México.

– Independentemente de onde estamos, clube ou seleção, temos que fazer o melhor. Quando cheguei estava com contusão, mas queria ajudar de alguma forma. Queria dar o meu máximo, mostrar que estou à disposição. Fizeram de tudo para que eu me recuperasse o mais rápido possível e ficasse à disposição caso o grupo se precisasse. O grupo estava bem fazendo seu papel, e só em caso de necessidade eu entraria. Acabei entrando bem na final. Mas o mais importante era o conjunto, era a vitória do conjunto – disse a jogadora.

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Enquanto ficava no banco durante o rodízio, Juciely conversou bastante com Natasha, eleita a melhor bloqueadora do torneio. A meio de rede afirma que a conversa com a colega de setor fez a diferença quando retornou para a partida.

– Quando estamos fora vemos o jogo melhor. Lá dentro, no calor do jogo, não conseguimos analisar friamente. Quando vamos para o banco, uma passa informação para a outra de forma que, quando voltamos, acertamos melhor o posicionamento para conseguir bloquear.

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