FOTO INTERNET

A pedido do segmento empresarial e da Assembleia Legislativa, a Secretaria Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT) prorrogou o prazo para recolhimento da Taxa de Segurança Contra Incêndio (Tacin) para 29 de julho. O Sistema Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso (Fecomercio) e os sindicados do Estado entraram com o pedido para que a Tacin, por enquanto, seja isenta em municípios que já cobram uma taxa de incêndio juntamente com o alvará.

O presidente do comércio de Rondonópolis, Sebastião Buquigaré, afirmou que depois da prorrogação a situação é indefinida para os empresários que discordam com a cobrança. “As empresas já pagam uma taxa nesse sentido para a prefeitura e que com a TACIN eles iriam pagar pela duplicidade”, diz.

Leia também:  Crise na UFMT pode dificultar autonomia do campus local

Segundo o presidente outro ponto de discórdia entre os empresários são os valores desproporcionais em relação a cada estabelecimento. “Podemos ver diferença na taxa que passa de R$ 500, ou seja, empresas que são até menores pagam mais que outras que possuem um porte maior”, comenta.

Há duas semanas o sindicato e a associação Comercial, Industrial e Empresarial de Rondonópolis (Acir) realizaram uma reunião com os deputados estaduais solicitando a eles intervenção para que a lei da taxa de incêndio seja revogada ou modificada.

Advertisements

Comentários

*Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do site.