Foto: Arquivo / AGORA MT

A diretoria da Polícia Judiciária Civil informou, esta tarde, que os serviços emergenciais serão mantidos nos plantões das delegacias todos os dias, durante a paralisação dos investigadores e escrivães de polícia. As duas categorias se comprometeram em manter 30% do efetivo para atendimento das unidades na capital e interior. Em nota, a direção assegura que as pessoas “não ficarão sem os serviços essenciais de Segurança Pública, como lavratura de flagrantes e condução de presos. A greve é um direito constitucional, que deve ser feita dentro da ordem, estipulando o mínimo de pessoal para atender os serviços emergenciais”, disse o delegado geral, Paulo Rubens Vilela.

A Polícia Civil dispõe do serviço de registro de ocorrências via internet, através da Delegacia Virtual. Ocorrências de crimes de furtos simples, perda ou extravio de documentos, denúncias, notificação de desaparecimento de pessoas e localização de pessoas podem ser comunicadas através da Delegacia Virtual (delegaciavirtual.mt.gov.br). O sistema online oferece ao cidadão a facilidade de fazer o boletim de ocorrência, nos casos em que não houver violência física ou grave ameaça.

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Os investigadores e escrivães cobram melhores salários. A média paga é de R$ 2,3 mil para os que estão em início de carreira. A categoria pleiteia equiparação salarial com os peritos criminais que recebem, inicialmente, salário de R$ 6 mil. A greve,é por tempo indeterminado.

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