A greve dos investigadores e escrivães da Polícia Judiciária Civil no Estado de Mato Grosso completa hoje (05/07) cinco dias e não apresenta segundo informações nenhum avanço nas negociações com o governo.

Em Rondonópolis,de acordo com o presidente do Sindicato dos Investigadores da Polícia Civil e Agentes Prisionais de Mato Grosso (Siagespoc) sub sede local,investigador Reginaldo Negrão,estão sendo mantidos apenas os 30% do efetivo em atividades normais.

Ainda segundo o líder sindical,está havendo um rodízio entre todos os profissionais para que não haja sobrecarga,desta forma os profissionais que atuam diariamente nas delegacias em Rondonópolis estão se revezando com as equipes designadas ao plantão mantido no Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc),que segundo o que consta está registrando apenas os casos mais graves e se dedicando principalmente às situações de flagrantes.

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Várias manifestações estão sendo desenvolvidas pela categoria em Rondonopolis,na manhã desta terça feira (05/07),eles se reuniram em frente à Delegacia Especializada de Defesa da Mulher localizada na Avenida Marechal Dutra no centro da cidade.

De acordo com Negrão,o manifesto se deu naquele local principalmente por se tratar da delegacia responsável pela investigação do mais recente crime bárbaro registrado na cidade,a execução da empresária Sandra Regina Gatay Dib,morta com dois tiros na cabeça na noite do dia 30 do mês passado.

“O fato de estarmos parados está prejudicando as investigações.Este caso por exemplo (empresária executada),está sofrendo prejuízos.Os delegados estão fazendo o trabalho na medida do possível,porém,se estivéssemos nas ruas trabalhando o resultado já seria outro”,declarou Negrão.

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O que a categoria busca é que haja sensibilidade por parte do governo do estado em atender às reivindicações apresentadas.Eles pleiteiam equiparação salarial com os peritos criminais que recebem, inicialmente, salário de R$ 6 mil. Investigadores e escrivães têm salários de R$ 2.365 mil em início de carreira.

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