O senador Pedro Taques (PDT) defendeu, agora há pouco, que o presidente afastado do DNIT – Departamento Nacional de Infra-estrutura-, Luiz Pagot, seja convocado para prestar esclarecimentos no Senado, sobre denúncias, publicadas pela revista Veja, que haveria pagamento de propina para integrantes da cúpula do Ministério dos Transportes para direcionar licitações e obras a empreiteiras. Pagot, o presidente Valec, José Francisco Neves (Juquinha), o chefe de Gabinete no ministério, Mauro Barbosa, Luiz Tito, assessor do ministro Alfredo Nascimento foram afastados dos cargos, no sábado, por ordem da presidente Dilma. Pedro Taques afirmou que “não pode se feito pré-julgamento das pessoas. Os fatos são graves e estão a merecer invetigação rigorosa pelo Ministério Público Federal e Polícia Federal. O diretor do DNIT é aprovado pelo Senado, que tem, então, obrigação constitucional de investigar e analisar efetivamente o que ocorreu. Como senador, não estou preocupado com o nome da pessoa, ou partido ou estado de origem. Quero investigar os fatos”, afirmou.

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Pedro Taques foi enfático: “defendo que Pagot preste esclarecimentos. Não me interessa que ele é de Mato Grosso. Temos que se ater aos fatos que são acusações graves. Vamos analisar durante o dia, aqui no Senado, a convocação dele”, disse o senador mato-grossense. “Fiquei satisfeito com a decisão da presidente Dilma. Se existe descongiança de mal feito tem que ser afastado. Ninguém é insubstitível”, declarou.

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