Acusado de pedofilia, Eduardo Zeferino ganhou liberdade depois de passar 40 dias no anexo do Penitenciária Central do Estado (PCE). Ele foi preso em 18 de junho em Dom Aquino (166 km ao sul de Cuiabá), onde atuava como prefeito da cidade. Zeferino foi afastado do cargo dias depois da prisão. O alvará de soltura foi concedido pelo desembargador José Jurandir de Lima, que se baseou na nova lei de prisão preventiva que entrou em vigor no dia 4 de julho.

O Ministério Público acusa Zeferino de ter abusado sexualmente de 5 meninas com idade entre 5 e 11 anos. Os crimes ocorreram entre 2005 e 2008, mas ele foi denunciado por 3 mães de vítimas no ano passado. As mulheres foram até a Promotoria da Infância e Juventude de Cuiabá, porque temiam o prefeito.

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As crianças relataram às psicólogas que o prefeito costumava chamá-las para passear e pedia para que elas tocassem suas partes íntimas e tentava tocá-las também. Ele esperava momentos oportunos, quando nenhum adulto estava por perto, para coagir as meninas. A prisão foi decretada pelo Tribunal de Justiça depois que uma testemunha afirmou à Polícia que vinha recebendo propostas para não depor

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