Psicologa Sarah Gomes. Foto Varlei Cordova/Agora MT

Normalmente quando a mulher descobre que está grávida uma das primeiras preocupações é na escolha do nome da criança que irá nascer, o bebê poderá receber o nome de outra pessoa, de um artista ou jogador de futebol da época e até mesmo a combinação do nome dos pais. A psicóloga, Sarah Gomes Prudêncio, afirmou que o nome está ligado a formação da identidade de um indivíduo.

Segundo a psicóloga, a partir do quatro meses de nascida a criança passa a desfazer a relação de simbiose com a mãe, onde há uma total dependência com a genitora, e inicia o processo de formação da identidade como pessoa.

Sarah alerta que os pais precisam ter cuidado na escolha do nome dos filhos, pois pode influenciar na alto estima e na segurança da criança. “O nome da pessoa está intimamente relacionado à identidade do indivíduo, se é um nome estranho provavelmente irá causar constrangimento e isolamento na criança”, explicou.

Há casos em que a pessoa assume algum apelido, por entender que a representa melhor ou por se sentir bem, como por exemplo, a Xuxa e o Jô Soares. “É comum conhecermos pessoas que são conhecidas apenas pelo apelido, justamente por se sentirem melhor e mais seguras”, explicou Sarah.

De acordo com a psicóloga, antigamente alguns povos atribuíam o nome aos filhos de acordo com algum fato relevante para a comunidade e o sobrenome era uma forma de identificar a origem ou profissão da pessoa. E ainda hoje os índios recebem o nome de forma que ressalte alguma a característica do indivíduo.

A psicóloga sugere que a pessoa procure saber por que recebeu o nome e qual a origem histórica para que possa melhorar sua alta estima e aceitação.

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