Foto arquivo Agora MT

Desde janeiro foram registrados 12 casos de Leishmaniose em Rondonópolis, número menor do que em 2010 quando fechou o ano com 29 casos da doença. Diferente dos anos anteriores, até o momento, não foi registrado nenhuma morte devido a complicações da Leishmaniose.

O gerente da Vigilância Ambiental, Edgar da Silva Prates, afirmou que devido ao acompanhamento dos órgãos responsáveis o número de casos vem diminuindo ano a ano. “Objetivo fundamental é evitar óbitos na cidade e isso nós temos conseguido com muito trabalho”, diz.

A leishmaniose é transmitida através da picada de um mosquito, geralmente a doença atinge cães sadios, enquanto que nos humanos tem predileção por pessoas com imunidade diminuída. Edgar explica que como nesta época é mais propício a doenças causadas por parasitas as pessoas acabam associando que todo animal doente está com leishmaniose.

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“Temos que trabalhar a educação na saúde porque a população liga para o centro de Zoonoses afirmando que o seu animal está com a doença e querem se desfazer deles sem ter a confirmação”, diz. De acordo com Edgar o primeiro passo ao perceber algo de errado com o animal é procurar um veterinário para se fazer o exame que confirme ou não a suspeita. “Muitas vezes o animal tem outra doença que pode ser curada e a pessoa acaba o abandonando sem saber”, fala.

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