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Um levantamento feito pela empresa de pesquisas do mercado da internet e-bit aponta que 61% do total de pessoas que compraram um produto na internet pela primeira vez no primeiro semestre de 2011 tem renda familiar igual ou menor a R$ 3 mil.

De acordo com a e-bit, o dado mostra que a classe C tem mais acesso à rede e maior poder de consumo. Segundo a pesquisa, em 2009, 44,6% dos consumidores online pertenciam à classe C. No primeiro semestre de 2011, esse percentual subiu para 46,5%, o que corresponde a cerca de 5 milhões de novos consumidores.

Para a gerente de planejamento em redes sociais da Digital Me, empresa especializada no mercado da rede, Fernanda Petinati, o surgimento de sites de compra coletiva e a expansão de lojas virtuais explicam esse crescimento.

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– É natural que a economia tenha impacto direto nesse comportamento de consumo. O que devemos lembrar é que, como qualquer comportamento, essa condição revela um aprendizado. Mesmo se economia voltar a moldes que desfavoreçam a classe C, a mesma já terá adquirido costumes de compra que dificilmente serão esquecidos.

De acordo com um estudo realizado pelo mercado publicitário, os brasileiros da nova classe média usam cada vez mais a internet e já representam quase a metade de todos os internautas do país. O maior interesse desses usuários não é as redes sociais, mas gerar renda e ganhar dinheiro, aponta a pesquisa.

Os resultados mostraram que os integrantes da classe C usam a internet principalmente para gerar renda (69%), pesquisar informações sobre saúde (67%) e obter progresso pessoal (58%).

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