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Depois de chegar ao índice de 33,7% na inadimplência nos últimos seis meses, julho apresentou recuo, registrando o menor patamar de inclusões deste ano com 1.888 inclusões, menos da metade da marca dos três meses anteriores.

A queda ocorreu depois de vários meses em alta, com picos consecutivos que superaram a marca de 4 mil registros, sendo junho 4.578, maio 4.742 e abril 4.247.

A redução alterou o índice acumulado da inadimplência de janeiro a julho que ficou em 28,2%. A tendência para os próximos meses também é de queda nas inclusões.

O diretor de Serviços e Produtos da Câmara de Dirigentes Lojistas de Rondonópolis (CDL), Maurício Pugas, considera que a queda nas inclusões é uma boa sinalização para o comércio, porque as pessoas estão se programando melhor e parecem mais atentas aos apelos da mídia e do governo.

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“A proposta do governo é desacelerar o consumo com o aumento dos juros e inclusive dificultar o financiamento em longo prazo, e estamos vendo nos programas das televisões e em matérias nos jornais, sites e rádios apelos para que as pessoas se planejem melhor para não ficarem devendo além do que podem”, ressaltou.

Para Pugas, vale esperar os sinais de que as pessoas estão empenhadas em retirar no nome do cadastro de inadimplentes, procurando negociar suas dívidas. Em julho, houve um crescimento de 16,6% das pessoas que quitaram seus débitos e limparam os nomes.

“Atribuímos estes acertos ao adiantamento da parcela do 13º salário feito por algumas empresas e acreditamos que este número seja ainda maior em agosto, quando outras empresas fazem este mesmo processo”, ressaltou.

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O pagamento das dívidas e a maior organização das compras resultaram em crescimento leve nas consultas gerais de 6,3% em julho na comparação com o mesmo período do ano passado.

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