Ministério Público do Trabalho (MPT) retirou de uma fazenda localizada próxima ao município de Brasnorte, na região norte do Estado, 21 trabalhadores rurais que viviam em situação degradante, quatro deles estavam em condições análogas à escravidão.

Valdinei Antônio de Arruda, superintendente regional do Trabalho e Emprego, a ação foi realizada após uma denuncia que também informou que eles eram obrigados a dormir em barracos de lona, sem água potável e ainda em contato com animais peçonhentos. Além disso, 14 trabalhadores não possuíam registro na carteira profissional.

O superintendente disse que irá ingressar com uma representação contra a empresa por dano moral individual e um processo civil deve ocorrer por dano coletivo. O relatório fiscal será encaminhado para a Justiça Federal.

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Por outro lado, o proprietário da fazenda declarou que vai acertar todos os pagamentos garantidos por lei aos trabalhadores. Conforme Arruda, as principais denúncias de trabalho escravo estão concentradas na região Norte do estado.

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