Durante uma assembleia realizada nesta terça-feira pela Associação dos Docentes da Universidade Federal de Mato Grosso (Adufmat), na sede da UFMT, foi discutido à implantação da UFR (Universidade Federal em Mato Grosso) que mais uma vez não saiu do papel. Na semana passada, a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, anunciou a criação de mais quatro universidades, só que nenhuma delas em Mato Grosso.

O membro do Sindicato Adufmat, Antônio Gonçalves Vicente, afirmou que com a decisão da presidente foi possível perceber que faltou articulação e união da classe política do Estado.  “As quatro universidades escolhidas são bem menores que a nossa, o método de escolha foi mais político do que técnico. Mato Grosso é 3º estado com maior extensão territorial e temos apenas uma Universidade Federal, o que nos levar a pensar que faltou apoio dos políticos na causa”, fala.

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As quatro novas universidades serão implantadas em estados do Norte e Nordeste. A Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) terá sede na cidade de Marabá, onde atualmente funciona um campus da Universidade Federal do Pará. A Universidade Federal da Região do Cariri (UFRC), no Ceará, terá sede em Juazeiro do Norte, onde fica campus da Universidade Federal do Ceará (UFCE). Na Bahia, o campus de Barreiras da Universidade Federal da Bahia (Ufba) será transformado na Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufoba). O estado ainda receberá a Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufesba), no município de Itabuna.

 

 

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