Foto; Arguivo/AGORA MT

Investigadores e escrivães da Polícia Civil em Rondonópolis, à exemplo de todo o estado de Mato Grosso, paralisaram suas atividades em 100% desde a meia noite desta sexta feira (02/09). De acordo com o delegado Henrique de Freitas Meneguelo, coordenador do Cisc e que respondia pelo plantão, era meia noite quando a comitiva que esteve em Cuiabá em assembleia geral, retornou ao Cisc e retirou do plantão todos os servidores que estava de serviço.

A partir daí o plantão ficou tão somente sob a responsabilidade do delegado, nenhum flagrante foi registrado depois. Hoje pela manhã no Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc) de Rondonópolis e nas demais especializadas, o cenário era de deserto total.

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Em relação a ilegalidade da greve de 100%, pois a Lei de Greve prevê que 30% do funcionalismo sejam mantidos, o presidente do sindicato que representa as duas categorias, SIAGESPOC, Reginaldo Negrão, disse que a ilegalidade só é observada quando forem atingidos 30 dias de paralisação total.

Desta forma, segundo Negrão, quando a greve geral atingir 27 dias eles deverão retornar ao trabalho nos 30% se mantém por dois dias e daí  ele voltam aos 100%, medida que segundo o sindicalista impede que haja demissões.

NOVIDADES

De acordo com informações do delegado regional, Percival Eleotério, a primeira medida tomada nesta manhã é que dois policiais militares devem assumir a questão do plantão da Polícia Civil mantido no Cisc, serão eles escrivães ‘adhoc.

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