Um  homem descobre que pode voltar no tempo e decide mudar coisas ruins do passado para ser mais feliz no futuro. No entanto, percebe que o ‘novo’ futuro criado por ele não é tão bom assim, e decide voltar outra vez para impedir a si próprio de interferir no que já passou.

Sim, você já viu esse filme. Ou pelo menos algo bem parecido, na trilogia ‘De Volta Para o Futuro’, de Robert Zemeckis, clássico da década de 80. ‘O Homem do Futuro’, de Claudio Torres, é uma espécie de mashup (uma mistura) dos três. Isso rouba uma estrelinha da cotação do filme, mas não tira o charme da produção nacional.

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Como em geral, Wagner Moura acerta: ele se sai muito bem tanto no papel de Zero, o cientista amargurado que inventa a máquina do tempo e decide encontrar sua amada da juventude (em 1991), quanto no de João, o jovem estudante nerd que cai de amores pela bela Helena (Alinne Moraes), a menina mais bonita da faculdade. Alinne, aliás, com uma beleza que parece transbordar da tela, está perfeita no papel da musa que o mocinho não consegue esquecer.

As demais participações — Fernando Ceylão como Otávio, o melhor amigo de Zero; Maria Luiza Mendonça como Sandra, a chefe dele, e Gabriel Braga Nunes como Ricardo, o vilão que separou Helena e João no passado — também são positivas.

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Com boas sacadas, como as marcas de tempo que caracterizam o ano de 1991, o filme consegue cativar o espectador durante as quase duas horas de duração. E tem o charme a mais por não ter optado por se transformar em uma mera lição de moral.

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