Maurren corre em volta da pista de atletismo antes de partir para o banco de areia (Foto: Fabio Rubinato/AGF)

Não será uma derrota que mudará os planos de Maurren Maggi. Após ficar em penúltimo lugar na final do Mundial de Daegu, no último mês de agosto, a saltadora não pretende mudar sua tática de prova no Pan de Guadalajara.

A ideia da atleta de 35 anos é buscar um bom salto logo na primeira tentativa. E isso não tem nenhuma relação com sua idade ou preparo físico. Segundo Maurren, um início forte serve para pressionar as concorrentes.

– Gosto de saltar longe no começo para dar uma assustada. Você impõe respeito na prova e fica sabendo se o nível vai estar alto ou não. Não tem nada a ver com a experiência. Ainda termino a competição querendo mais. É a mesma coisa de quando eu tinha 20 anos.
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Nélio Moura, técnico da campeã olímpica, também prefere manter a estratégia. O resultado no Mundial, apesar de não ter sido o desejado, não preocupa o treinador.

– Ela está acostumada a saltar bem de primeira e tentar definir a prova logo. Às vezes dá certo, às vezes não. São situações que você precisar estar pronto para lidar. Em Daegu, ela queimou o primeiro salto e o segunda era para ser de segurança, mas também queimou. No terceiro, foi com a corda no pescoço. Fica como lição, mas nada que nos preocupe.

Maurren terá a chance de mostrar que as falhas foram um acaso no dia 26 de outubro, data em que está marcada a final do salto em distância em Guadalajara.

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