foto: KIGOL.COM

A vitória por 2 a 0 sobre o Botafogo, na última quarta-feira, na Vila Belmiro, em jogo atrasado da 21ª rodada do Campeonato Brasileiro (assista aos gols), trouxe um alento aos jogadores santistas. Um conforto para quem vinha de duas derrotas consecutivas. Não só pelo resultado em si, mas pela forma como a equipe atuou.

Para os jogadores do Peixe, o time, enfim, recuperou o espírito guerreiro demonstrado na campanha vitoriosa da Taça Libertadores. É o tipo de comportamento que o grupo precisa ter na disputa do Mundial de Clubes, no Japão, em dezembro, afirmam os atletas. Com 41 pontos, o Santos precisa de pelo menos mais quatro para se livrar do risco de queda, considerando os últimos cinco anos. Entre 2006 e 2010, a média de pontos necessária para escapar da queda foi de 44,2 pontos.

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– Vencer uma equipe forte como o Botafogo, que está brigando pelo título, dá uma confiança muito grande. O time voltou a jogar como na Libertadores, com todo mundo voltando até o meio para recompor a marcação, ajudando a defesa. Estamos fortes e motivados – diz o artilheiro Borges.

O Peixe fez seus dois gols sobre o Botafogo no primeiro tempo. No segundo, foi pressionado, mas se segurou, marcando forte, sem dar muitas chances para o adversário.

– O espírito da Libertadores voltou. Todo mundo marcando, se dedicando, ajudando um ao outro. É assim que tem de ser sempre – afirmou Neymar.

O zagueiro Edu Dracena afirma que, além de ter voltado a ser solidário, o Santos foi humilde, sem querer se impor à força sobre seus adversários.

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– Fomos campeões no primeiro semestre sempre respeitando o time do outro lado. Fazendo o nosso jogo, mas sempre com cuidados.

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