Continua nesta sexta-feira (11/11) o julgamento de Jorge Luiz Tabory, acusado de ser o mandante do triplo homicídio dos servidores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Ontem o executor do crime, Jaeder Silveira, mudou a declaração e afirmou que não foi contratado para cometer o crime.

Jaeder assumiu o assassinato do professor de zootecnia Alessandro Fraga, do prefeito do campus, Luiz Mauro Pires Russo e da pró-reitora do campus, Soraiha Miranda e declarou, no primeiro dia do julgamento, que mentiu durante todo o processo e que Tabory não tem nenhuma relação com o caso. O assassino relatou que iria apenas assaltar a residência da pró-reitora. Em 2008 Jaeder foi condenado a cumprir 29 anos e seis meses de prisão.

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Hamilton Miranda de Souza, pai de Soraiha, disse que está surpreso como os novos desdobramentos do julgamento e que é visível a manobra da defesa para inocentar Tabory, mas acredita que justiça será feita.

A irmã da pró-reitora, Suhilde Miranda Lima, disse que percebe a preocupação do jurado em descobrir qual a verdade, e pelas contradições de Jaeder acredita que o acusado seja o mentor do crime e que será condenado. “Nada mudará a realidade que minha irmã não está mais presente, mas espero em Deus que o responsável pelo crime seja condenado”, falou Suhilde.

O julgamento que teve início às 10 horas e prosseguirá com os debates entre acusação e defesa, com réplica, tréplica e apresentações necessárias. Após os debates o júri proferirá o veredicto do acusado. O julgamento, presidido pela juíza Tânia Zucchi de Moraes, deve terminar no tarde desta sexta-feira.

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