Entrega das cartas de apoio à reitora. Foto da assessoria

Uma reunião na noite desta sexta-feira (11/11) marcou a apresentação do novo projeto pela emancipação do campus de Rondonópolis da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) para autoridades políticas e a comunidade em geral.

Desde 2008 a reitoria do campus luta para conseguir junto ao Ministério da Educação (MEC) a independência, porém o projeto não foi aceito pelo governo federal com a justificativa de que ainda deveria conter uma série de requisitos exigidos por normas para a criação de uma nova universidade.

“Hoje nós temos tudo a favor, a parte acadêmica, técnica e física da universidade. Com isso nós reelaboramos o projeto e vamos novamente lutar pela criação da tão sonhada UFR”, declarou uma das líderes da comissão de trabalho, prof. Lindauva Garske.

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O movimento em prol da criação da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) mostrou a força da comunidade acadêmica que esteve representada por dezenas de estudantes e professores durante o evento.

A classe política também reiterou apoio a UFR e vai trabalhar em Brasília para garantir que o projeto tramite e tenha êxito na análise do MEC. O coordenador da bancada federal no Congresso, o deputado federal Wellington Fagundes, lidera este trabalho e deve agendar uma reunião da comissão de trabalho da UFMT e da sociedade organizada com o ministro da educação, Fernando Haddad. Essa audiência foi solicitada pela Assembléia Legislativa, requerida pelo deputado estadual J. Barreto que também participou da reunião.

Wellington Fagundes é parceiro da UFMT está junto nesta luta desde as primeiras reuniões, quando surgiu a idéia da UFR. Ele acredita que para chamar ainda mais atenção das autoridades e da comunidade em geral para a importância da emancipação do campus, o nome da nova universidade deve ter um conteúdo implícito e sugeriu Universidade do Pantanal.

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Fez parte do encontro uma breve apresentação de todo esforço que vem sendo feito para criação da UFR. O professor Paulo Izaac foi responsável pela apresentação do projeto reelaborado que mostra claramente em números e comparações que o campi está apto para ser emancipado.

Também participaram do encontro a vice-prefeita Marília Salles, o deputado federal Valtenir Pereira, os vereadores Olimpio Alves e Reginaldo Santos, o presidente da Acir, Edson Ferreira, além de professores aposentados da UFMT e lideranças comunitárias.

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