Programa de alimentação e cestas básicas diabéticas pode ser instituído no Estado de Mato Grosso. O projeto de lei já em tramitação na Assembleia Legislativa é do deputado estadual Emanuel Pinheiro (PR). De acordo com o parlamentar o objetivo é atender aos portadores de diabetes ou demais indivíduos em dietas com restrição ao consumo de açúcares.

Pinheiro ainda salientou que os órgãos da administração direta ou indireta do Estado, suas autarquias, fundações e sociedades de economia mista, que disponibilizarem qualquer tipo de alimentos ou bebidas aos seus funcionários, devem também oferecer alimentação dietética.

A redação do projeto diz que alunos e funcionários em dieta de restrição ao consumo de açúcares da rede estadual de ensino também sejam beneficiadas pelo programa.

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O deputado ressaltou que no ato da matricula o pai deve informar a escola a necessidade de uma alimentação diferenciada. “No formulário da matrícula dos alunos, deverá constar observação de eventual diagnóstico prévio de diabetes ou de outras doenças que demandem dieta de restrição de açúcares”, apontou.

Emanuel Pinheiro esclarece que esses alunos devem ser acompanhados pela Secretaria de Saúde em parceria com a Secretaria de Estado de Educação. “Cabe ao Estado orientar os pais e responsáveis e disponibilizar medicação e meios para controle do diabetes e outras condições clínicas diagnosticadas”, reforçou Emanuel.

Para dar mais propriedade à matéria, o deputado citou dados da Organização Nacional de Saúde, onde aponta que o diabetes atinge 12% da população brasileira, ficando na 5° posição no ranking de doenças que mais matam no mundo.

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O parlamentar disse estar preocupado com ao aumento considerável do sedentarismo e dos casos de obesidade.

“Temos o dever de conscientizar o Estado e a sociedade da importância de uma alimentação saudável e correta, atividades físicas e a necessidade da realização periódica de exames, por que os dados mostram que 50% dos portadores do diabetes, desconhecem o diagnóstico da doença”, enfatizou.

Pinheiro disse que diante do índice brasileiro de 12% de portadores do diabetes, milhares de alunos na rede mato-grossense de ensino devem ser portadores e sequer sabem.

 

 

 

 

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