Foto: da assessoria

Com delegados representantes de todas as regiões do Estado, o PPS de Mato Grosso renovou no seu Congresso Estadual, que foi realizado no auditório Licínio Monteiro, na Assembleia Legislativa, a direção estadual, que vai comandar o partido no próximo biênio, bem como os membros dos conselhos de ética e fiscal.

Além disso, no evento foram eleitos os delegados do Estado para o Congresso Nacional, que será realizado em São Paulo, de 9 a 11 de dezembro, com o tema “Unir a Esquerda Democrática para Mudar o Brasil”, e discutiu a linha política, a identidade e o futuro do partido, bem como reiterou o compromisso de todos os seus pré-candidatos a prefeito e a vereador nas eleições de 2012.

O deputado Percival Muniz foi reconduzido, por unamidade, para presidir o partido e terá na vice-presidência os suplentes de deputado federal, Eduardo Moura; e de senador, José Medeiros. O novo diretório é composto por representantes de todas as regiões de Mato Grosso, assim como a executiva, que tem o militante histórico Antônio Carlos Máximo na Secretária Geral.

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Além de delegados, filiados e simpatizantes, o congresso estadual contou com a presença do presidente do PV de Mato Grosso, Aluisio Leite. A sigla compõe bloco de atuação com o PPS na Câmara Federal e em Mato Grosso é um dos integrantes do Movimento Mato Grosso Muito Mais, que além do PPS, conta também com o PDT e PSB.

Ele destacou a “convergência” e a “sintonia” existente hoje entre o seu partido e o PPS tanto nacionalmente como local, além de compactuar da visão de se fazer com que “o poder seja um instrumento para transformar a vida das pessoas para melhor”.

 

Segundo Percival, a proposta de composição do diretório buscou contemplar as lideranças partidárias de todas as regiões do Estado e que foi respeitada, ainda, a questão de gênero, com a participação feminina superior a 30%. “Iniciamos uma nova caminhada para construção coletiva de um partido mais forte, organizado, com programa e que se apresenta à sociedade como um instrumento para  contribir para com transformação da realidade política do nosso Estado”.

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Alternativa de poder

Presidente do Diretório Municipal de Cuiabá, o militante histórico do partido Wagner Simplício lembrou o tema do congresso nacional do partido: “Unir a Esquerda Democrática para Mudar o Brasil, para ressaltar o papel do PPS de se fortalecer internamente para levar adiante a construção de uma aliança visando uma nova alternativa de poder”.

“Temos que buscar construir um partido organizado, democrático, militante, que dialoga com a sociedade e proponha uma discussão que garanta a construção de um programa de desenvolvimento econômico, social e ambientalmente sustentável para nossas cidades e Estado”

Eleições

O secretário geral Antônio Carlos Máximo ressaltou que o partido está organizado em 110 dos 141 municípios de Mato Grosso e que está construindo candidaturas próprias em 40 municípios, entre eles municípios pólos, como Rondonópolis, Várzea Grande, Barra do Garças, Cáceres, Tangará da Serra e Alta Floresta.

Segundo Máximo, o partido colocou o ‘pé na estrada’ desde março e percorreu cerca de 20 mil km com o objetivo de promover  a reorganização partidária e se preparar para eleições de 2012. “Em pouco mais de seis meses de trabalho árduo, mas muito importante  desse projeto, que foi tão bem conduzido pelo companheiro Audimar  Rocha – que vai continuar com suas andanças -, conseguimos  organizar o partido nos municípios visitados e  motivar as provisórias e diretórios, além de estabelecer um contato mais forte e próximo entre os companheiros do interior e a direção estadual”.

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MT Muito Mais

Ele lembrou, ainda, que o PPS é um dos criadores do Movimento Mato Grosso Muito Mais e que para 2012 o objetivo é buscar a unidade em todos os municípios. “Onde não for possível, um grupo de trabalho vai buscar resolver as pendências. Pois, o PPS trabalha para consolidação de um bloco que represente uma alternativa de poder para que possamos promover as transformações na nossa sociedade”, destacou Máximo, acrescentando, todavia, que os diretórios municipais terão autonomia para conduzir a discussão sobre eleição municipal.

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