Foto: Internet
O carnavalesco Joãosinho Trinta (João Clemente Jorge Trinta) morreu na manhã deste sábado (17). Ele estava internado em estado grave desde o dia 03 no Hospital UDI, em São Luís.
Ele sofria de insuficiência respiratória, e obstrução intestinal. Uma cirurgia no intestino do carnavalesco chegou a ser cogitada, mas foi descartada na sexta-feira pelos médicos, que, apesar da gravidade da situação, demonstravam otimismo na recuperação do artista.
Como carnavalesco assistente, Joãosinho Trinta começou a carreira no Salgueiro, escola com a qual foi campeão em 1965, 1969 e 1971. O cargo de carnavalesco principal da escola só foi assumido em 1973, junto à colega Maria Augusta. A dupla conquistou o campeonato naquele ano, e, já como carnavalesco solo, conquistou o bi-campeonato em 1974.
Após divergências com a diretoria salgueirense, Joãosinho transferiu-se para a Beija-Flor, onde brilhou com enredos ousados e luxuosos. Com a escola de Nilópolis, o carnavalesco conquistou títulos em 1976, 1977, 1978,1980 e 1983.
Um dos enredos mais marcantes junto à Beija-flor, no entanto, não conquistou o carnaval. Com Ratos e Urubus, Larguem a Minha Fantasia, Joãosinho levou o lixo para a Marquês de Sapucaí, e chocou a Igreja Católica com um Cristo Redentor caracterizado como um mendigo. A imagem acabou proibida, e desfilou coberta com um plástico preto, e os dizeres: “Mesmo proibido, olhai por nós”.
Após problemas de saúde, Joãosinho transferiu-se para a escola de samba Unidos do Viradouro, ganhando o título do carnaval de 1977 com o enredo “Trevas! Luz! A explosão do Universo”.
Em 2006, o carnavalesco se transferiu para o Distrito Federal, onde foi agraciado com o título de Cidadão Honorário de Brasília. Em 2010, ele concorreu a uma vaga na Câmara dos Deputados, mas não consegui se eleger.

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