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A menos de uma semana para o Natal e o comércio está lotado de consumidores a procura do presente ideal.  Com a aproximação da data comemorativa a procura por brinquedos, eletroeletrônicos, roupas e celulares crescem em lojas de todo o país, mas é preciso ficar atendo para que as compras de final de ano não se torne uma dor de cabeça.

O coordenador do Procon, Alexandre Júlio Júnior, dá dicas importantes para as pessoas que ainda não encontraram os presentes. Como os brinquedos são um dos produtos mais procurados nesta época do ano, o coordenador pede para que os pais fiquem atentos às recomendações descritas no objeto, levando em conta a idade recomendada e os selos do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinque) que garante ao cidadão a certeza de que o produto foi testado em laboratórios e assegura a qualidade do material utilizado na fabricação das peças.

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Segundo Alexandre mesmo com a proximidade do Natal é preciso que os consumidores façam a pesquisa de preços e nunca se esquecer de exigir a nota fiscal que é o único comprovante que pode ser usado como documento para uma reclamação futura. Outra questão levantada pelo coordenador é em relação às trocas. “O consumidor não deve confiar apenas na palavra do vendedor de que irá trocar é preciso garantir um comprovante que lhe dará o direito da troca”, fala.

A venda do seguro que é oferecida ao consumidor como ‘garantia estendida’ também tem sido alvo de muitas reclamações no Procon de Rondonópolis. Alexandre explica que existe apenas duas garantias que são a de fábrica e a prevista em lei que é de 90 dias. “As lojas oferece ao consumidor essa ‘garantia estendida’ que é cobrada junto com a fatura como se fosse à prorrogação do prazo de garantia e isso é como se o que o consumidor estivesse pagando uma alta porcentagem a mais sobre o produto. Isso se chama venda casada e é proibida, principalmente quando o consumidor não é avisado do acréscimo nas parcelas”, conta.

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Para o coordenador também é preciso ficar atendo aos anúncios das lojas, as compras pela internet e o uso do cartão de crédito. “Lembrando que as pessoas que comprarem com o cartão de crédito devem evitar o pagamento mínimo da fatura, já que esse valor representa nada mais do os juros e não o abatimento da dívida”, diz.

Quando há dúvidas com relação ao que comprar, algumas pessoas preferem o “vale presente”. Alexandre comentou que esse é um meio considerado seguro que pode evitar a correria para as trocas das mercadorias, mas que deve estar especificado na nota como ele pode ser utilizado.

 

 

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