Foto: jornal ATRIBUNAMT

Após trinta dias em greve, os servidores efetivos das Escolas Técnicas Estaduais, ligados à Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia de Mato Grosso, alegam não terem sidos procurados ainda por nenhum representante do Estado para negociar com a categoria.

Para o servidor da Unidade de Rondonópolis Gleyson Cezar Leme da Silva, “será difícil a justiça declarar a greve ilegal, uma vez que apenas os servidores efetivos estão em greve, ou seja, a minoria. “Sem falar que o ato ilegal está sendo do Governo do Estado que recusa a dialogar com a categoria e que nunca nos deram nenhuma resposta.””.

Essa é a segunda greve dos servidores este ano, a primeira ocorreu em julho por tempo determinado. Desta vez eles prometem ficar em greve até que tenham as suas reivindicações atendidas.

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De acordo com o presidente do Sindicato da categoria, Valdivino de Souza Barbosa, “caso o governo continue negligenciando, esta poderá se tornar a greve mais longa da história do estado de Mato Grosso”.

Além de um novo PCCS (Plano de Cargos, Carreiras e Salários) a categoria luta pela realização de um novo concurso público, pela implantação da gestão democrática nas escolas, um programa de qualificação profissional para técnicos e professores e um aumento nos investimentos nas Escolas Técnicas garantidos em lei.

As aulas nas escolas continuam, pois a maior parte dos servidores são contratados, e sendo assim, não podem aderir à greve. Porém alguns atendimentos técnicos administrativos executados por efetivos e as aulas ministradas por professores efetivos estão paralisados.

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