No dia 30 de janeiro é comemorado o Dia da Saúde e para avaliar as condições do setor em Rondonópolis o secretário de Saúde, Valdecir Feltrin, falou com a equipe do site AGORA MT sobre o assunto de uma forma geral. De acordo com ele o município tem tentado fazer o essencial para atender a população. Feltrin contou que o principal objetivo para os próximos meses é ampliar o número de atendimento, exames e cirurgias.

Feltrin admitiu que ainda há muito o que fazer pela saúde no município principalmente para aumentar os serviços que também são utilizados por pacientes que vem de outras cidades. “Precisamos aumentar a oferta e para isso estamos trazendo para Rondonópolis alguns exames que só poderiam ser feitos em Cuiabá como, por exemplo, o cateterismo. Em breve, estaremos oferecendo esses serviços à população”, fala.

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Em relação à situação do Centro de Nefrologia que estava atendendo com problemas de estruturas e falta de profissionais, o secretário alegou que há alguns dias o local passou por algumas reformas. Para resolver o problema de superlotação a prefeitura contratou os serviços de uma clínica particular que está sendo instalada na cidade. “Com isso vamos conseguir atender mais 200 pacientes. Dentro de alguns dias a clínica deve começar os atendimentos”, conta.

Para Feltrin os problemas frequentes com o Hospital Regional foram amenizados com a terceirização. “Agora a Santa Casa está engatinhando, mas não consegue ir mais rápido por falta de investimentos”, diz. Segundo secretário o Centro de Especialidades e Apoio ao Diagnóstico Albert Sabin (Ceadas), é um local que pode ser destacado como uma melhoria na saúde da cidade. “Também vamos ampliar os atendimentos para as famílias através do aumento da área de cobertura dos PSFs”, diz.

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O presidente da Comissão de Saúde, Assistência Social, Cidadania e Direitos, o vereador Mohamed Zaher, disse que a saúde no município ainda deixa muito a desejar por falta de profissionais e interesse político. “Na cidade ainda vemos crianças morrendo por falta de atendimento e idosos sofrendo por falta de UTI e isso é um absurdo”, salienta.

Para Mohamed falta agilidade nas questões que envolvem a saúde, “as negociações com o Samu, por exemplo, poderiam ter sido resolvidas em três dias não precisava ter sido levada ao ponto que chegou, falta vontade política. Tem dinheiro para investir na Copa, mas nunca tem para a saúde. Em Rondonópolis falta planejamento”, afirma.

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