O inferno astral da ex-vereadora Mariuva Valentin parece não ter fim, depois de perder o mandato por compra de votos, se envolver no imbróglio do desaparecimento de uma credencial na 3ª Conferência Nacional de Políticas para Mulheres, realizada em Brasília, em dezembro passado, agora a ex-vereadora pode ser processada pelos os crimes de formação de quadrilha e coação de testemunhas.

Após o Ministério Público formalizar o pedido à Justiça Eleitoral, o magistrado responsável, Antônio Peleja Junior, encaminhou os dois processos para a Justiça Federal, que é responsável pela apuração e julgamento dos supostos crimes que não tenham natureza eleitoral.

Isso porque ao investigar o processo onde a ex-vereador foi condenada por compra de votos, e ao analisar os fatos levantados pela escuta telefônica, o Ministério Público de Rondonópolis entendeu que Mariúva poderia também responder pelos crimes de formação de quadrilha e coação de testemunhas.

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Após o Ministério Público formalizar o pedido à Justiça Eleitoral, o magistrado responsável, Antônio Peleja Junior, encaminhou o processo para a Justiça Federal, que é responsável pela apuração e julgamento dos supostos crimes que não tenham natureza eleitoral.

No dia 25 de outubro do ano passado, os juízes membro do Tribunal, em decisão unânime, decidiram reconhecer a incompetência da Corte para anular provas que tramitam na Justiça Federal, motivo pelo qual a ex-vereadora impetrou os embargos de declaração que foram julgados na terça-feira (17/01). No julgamento realizado na primeira sessão plenária de 2012, o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso analisou negou um habeas corpus que pedia a anulação das provas obtidas por meio de interceptação telefônica.

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