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O Banco do Brasil e a Prefeitura de Rondonópolis assinaram protocolo de intenções na tarde desta terça-feira (31/01) para que os próximos projetos habitacionais possam ser realizados com recursos do BB. O Banco do Brasil foi autorizado neste mês a ser o agente financeiro do programa Minha Casa, Minha Vida, além da Caixa Econômica Federal (CEF).

Conforme o gerente geral da agência Rio Vermelho, José de Arimatéa Ribeiro, que veio a reunião representando o superintendente regional, o Banco do Brasil vai praticar os mesmos juros da Caixa, condições e prazos de financiamentos, conforme a decisão recente do Ministério das Cidades.

“Já podemos fazer repasses de recursos ao município para a faixa 1 (famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil). A prefeitura poderá nos procurar para pleitear recursos na construção de novos conjuntos habitacionais”, explicou.

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O prefeito comentou que a decisão do governo federal em criar mais uma opção financeira para construção de moradias vai beneficiar a população de Rondonópolis. “Temos cerca de 12 mil pessoas cadastradas na Habitação pleiteando novas moradias. Com o Banco do Brasil e a Caixa Econômica trabalhando com financiamentos e transferências de recursos do governo federal, os processos podem ser tornar mais ágeis”.

O secretário adjunto de Habitação, Paulo José Correia, disse que em três anos já foram construídas seis mil moradias para população de baixa renda e com a parceria com o Banco do Brasil, a tendência é aumentar ainda mais a quantidade de casas populares. “Foi lançado o desafio da construção de um residencial para entidades sociais, dentre elas, os mototaxistas”.

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Neste ano será entregue até a metade do ano 1.393 casas dos residenciais Magnólia Angélica de Araújo, Maria José Fernandes de Souza, Residencial Alfredo de Castro Araújo. Já está em fase final de o projeto do Residencial Dom Pedro Casaldáliga com 500 casas. “A expectativa é de lançarmos até o mês de abril”.

Todas as residências acima citadas são para famílias de baixa renda. Para quem esta na faixa entre 3 e 6 salários mínimos serão construídos os residenciais José Morais, com 400 casas e o Residencial Francisca Garcete, com 282 moradias.

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