Você já conseguiu estacionar hoje no centro da cidade sem ter uma moto estacionada na sua vaga lhe atrapalhando? Ou então sem ter algum mendigo lhes obrigando para que deixem olhar o seu carro? Essas estão sendo as dificuldades encontradas no trânsito da nossa cidade, principalmente no quadrilátero central. Além do que contamos com uma estrutura asfáltica que está cada vez mais prejudicada com as chuvas. Estamos chegando a um ponto que a engenharia de trafego de Rondonópolis já não esta mais adequada para atender as necessidades do trânsito local. E recentemente vimos um nos meios de comunicações o descaso no sistema de câmeras que estavam planejadas para poder servirem de utilidade publica e vigilância nas principais vias do centro, e acompanhamos as falhas desse sistema de custos tão caro. Prospectos como esses é que estão fazendo com que cada vez mais nosso trânsito esteja se tornando um verdadeiro caos. Carros não respeitam motos, motos não respeitam os carros, ciclistas não estão dando nenhuma atenção as placas de sinalização, pedestres estão cada vez mais desorientados e para finalizar ainda mais vemos acidentes que vem cada vez mais deixando os cidadãos perplexos com esses acontecimentos. Os agentes de trânsito (amarelinhos) não são suficientemente, para poder fiscalizar os problemas veiculares. Além de tudo isso nossos filhos ficam a mercê de cuidados nas saídas das escolas e nas travessias de faixas principalmente, onde o número de acidentes nas escolas por atropelamentos vem crescendo absurdamente. Os horários de pico vêm se tornando um tormento cada vez mais, e o fluxo a cada dia vai se conturbando e se prolongando. Se nossa cidade com apenas duzentos mil habitantes já está se proliferando um caos no trânsito, imagine nos próximos anos, onde a tendência vem a aumentar. Necessita de um engenheiro especializado nesta área para poder ajudar. É preciso pedir também ao poder publico municipal mais respeito da parte da agência de transporte coletivo com os passageiros e mais cuidados. Averiguar, concertar e investir nesse sistema de câmeras e já que estas foram desativadas, não podemos deixar esse investimento sendo perdido no ralo. Proporcionar aulas para pedestres e motoristas, ser mais rígidos nas fiscalizações diárias, estipular e delimitar de forma séria as áreas de carros e motos cada um com seus respectivos lugares e fazerem com que sejam cumpridas. Investir nos radares internos na cidade. Afinal esses tipos de situações as pessoas só se sentem mobilizadas quando mexemos no bolso delas. Nossa vida é o que temos de mais valioso e não podemos sair e perde-la quando fazemos o simples gesto de atravessar uma rua.

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José Olavo Pio

Acadêmico de Engenharia Civil em Rondonópolis

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