Delegados apresentando o caso do latrocínio do taxista. Foto: Ronaldo Teixeira/AGORA MT

A Polícia Civil concluiu o caso da morte do taxista Rui Morais Freitas (26), ocorrido no dia 30 de dezembro de 2.009. Os autores do latrocínio já estão presos.

As investigações ocorreram em parceria da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) com a Divisão de Crimes Contra a Pessoa (DCCP) que resultou na prisão de Alex Alves Mendes (20), conhecido com Cuiabano, Waleska Cristina Castro de Souza (30) e Rafael Rodrigues Ladeira (19).

O delegado da DERF, Antônio Carlos Araújo, explicou que possui provas que mostram o envolvimento dos suspeitos no latrocíonio, onde mostra que Cuiabano foi autor do disparo que matou o taxista e contou com o apoio de Waleska e foi comprovado, por meio de testemunhas e provas técnicas que Rafael emprestou a arma para o latrocínio.

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Araújo afirmou que os envolvidos têm passagens pela polícia e por essa razão já estão reclusos. Alex foi preso em Cuiabá por cometer vários roubos, Rafael que na época era menor foi preso por roubo e pelo latrocínio de uma conveniência no final de 2010.  Waleska também foi autuada por roubo e agora pelo latrocínio de Rui Morais, juntamente com os demais envolvidos.

Segundo o delegado os envolvidos negam a participação no latrocínio.

O caso

De acordo com relatos policiais na noite do dia 29 para 30 de dezembro de 2.009, Rui foi chamado pela central de taxi para pegar uma cliente na Avenida Presidente Médici e só foi encontrado na manhã dia 30 de dezembro com um tiro na cabeça. Na ocasião foi constatado que levaram o PTT (rádio comunicador dos taxistas) o celular e a carteira com o dinheiro do taxista

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