O ideal é tentar providenciar uma cobertura para proteger do sol e não tumultuar próximo ao acidentado. Foto Valei Cordova/AGORA MT

O coordenador do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), Adriangelo Magalhães, explica que a ajuda de pessoas em casos de acidentes pode prejudicar no quadro clínico do acidentado.

De acordo com Adriangelo, no ímpeto de ajudar as pessoas acidentadas algumas atitudes podem comprometer o atendimento e deixar sequelas permanentes em quem sofreu acidente e até mesmo resultar na morte da vítima.

As praticas de socorro mais comuns são a retirada do capacete do motoqueiro, a manipulação do acidentado para tirar do asfaltou ou tentar coloca-lo em pé ou sentado em alguma sombra. E quaisquer umas dessas práticas podem contribuir com uma lesão cervical ou até mesmo a perfuração de algum órgão, o que pode resultar em uma paralisia ou até mesmo ao óbito, dependendo da condição de cada acidentado.

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Além de colocar a vida do acidentado em risco, Adriangelo afirma que a própria pessoa pode estar em perigo, seja por manusear uma pessoa com algum tipo de contaminação ou ser ferida nas ferragens dos veículos envolvidos no acidente. “Além de estamos vestidos para atender as pessoas vítimas de acidente, recebemos frequentemente treinamento para socorrer os acidentados sem comprometer ainda mais a situação ou colocar em risco a vida dos outros”.

O coordenador diz que a primeira atitude a ser tomada é chamar o SAMU (192) e sugere que as pessoas providenciem algum tipo de cobertura, quando o sol estiver muito forte, e que não aglomerem no entorno de quem sofreu o acidente, para que haja uma melhor circulação de ar e não agite ainda mais as pessoas.

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