Mato Grosso encerrou o mês de fevereiro apresentando o segundo maior custo médio da construção civil dentre os estados da região Centro-Oeste. São R$ 818,55 exigidos na hora de executar projetos básicos, apontou o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), divulgado nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o mês de janeiro, o Sinapi evoluiu 0,08%. No primeiro mês do ano, o investimento necessário era de R$ 817,90.

O Distrito Federal apresentou em fevereiro o maior valor por metro quadrado: R$ 871,48. Estados como Mato Grosso do Sul e Goiás, respectivamente outros R$ 808,62 e R$ 781,96. De acordo com o IBGE, todos os estados do Centro-Oeste apresentaram alta no índice Sinapi na comparação com janeiro. A maior ocorreu em Goiás, com 0,73%, seguido pelo Distrito Federal, onde na comparação com janeiro o índice evoluiu 0,25%.

Leia também:  Pedro Taques inaugura a maior ponte de MT que une o estado ao Goiás

O cenário verificado nesta região foi a mesma do Brasil, onde o Índice Nacional da Construção Civil apresentou variação de 0,31% em fevereiro. De acordo com o IBGE, o custo nacional da construção por metro quadrado, que no país havia sido de R$ 814,43 no primeiro mês do ano, passou para R$ 816,96 em fevereiro. Deste universo, R$ 446,17 foram desembolsados para custear materiais e outros R$ 370,79 com a mão de obra.

Região
Ao avaliar o desempenho das regiões, o IBGE constatou que a região Norte apresentou a maior taxa regional em fevereiro: 0,43%. No Nordeste, o índice Sinapi apresentou alta de 0,41%, seguido pelo Sul (0,34%), Centro-Oeste (0,32%) e Sudeste (0,20%).

Leia também:  Cinco hospitais filantrópicos devem receber ajuda emergencial do governo de MT

Em relação aos custos regionais por metro quadrado, ficaram na ordem de R$ 854,06 (Sudeste); R$ 830,18 (Norte); R$ 817,41 (Centro-Oeste); R$ 806,80 (Sul) e R$ 772,36 (Nordeste).

Do país, o Piauí foi o estado com maior alta no Sinapi em janeiro. Chegou a 3,15% no comparativo com janeiro puxado principalmente pela “pressão exercida pelo reajuste salarial decorrente de acordo coletivo”, conforme o IBGE.

Advertisements

Comentários

*Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do site.