O menor W.G.T. (15) teve seu celular Nokia E63 roubado na tarde deste domingo (18/03) no Centro de Rondonópolis. O garoto disse em depoimento que estava a caminho de uma igreja quando dois suspeitos o abordaram na Rua Arnaldo Estevão, de posse de uma faca anunciaram o roubo e fugiram em seguida. O menor afirma que o celular foi encontrado pela Polícia Militar (PM) no bolso do auxiliar de serviços gerais Fabio Clementino da Silva (29) que foi encaminhado para o Centro Integrado de Segurança e Cidadania (CISC).

O menor afirma que os bandidos o abordaram e um deles disse “passe tudo o que você tiver”. W.G.T. ressalta que estava apenas com o celular e o repassou para um dos suspeitos, enquanto o outro ficou na esquina para dar cobertura. Após entregar o aparelho um dos assaltantes disse que caso chamasse a PM iria matá-lo quando fosse encontrado na rua.

Leia também:  Em cinco meses, mais de 13 mil pessoas foram presas por atos criminosos em MT

W.G.T. disse a Polícia Civil que logo depois do roubo foi até a Igreja onde chamou a PM, repassou as características dos suspeitos e saiu com um amigo em seguida. O menor e seu amigo avistaram os suspeitos na praça que fica ao lado do Ginásio Marechal Rondon, mas os bandidos fugiram quando perceberam que tinham sido descobertos. No momento da fuga, um dos criminosos falou que o celular estava com o rapaz que tinha fugido rumo a Vila Canaã.

Na versão da PM, Fabio Clementino foi encontrado pelos policias a caminho da Vila Canaã, que é um local de várias notificações de tráfico de drogas e o rapaz foi preso, pois ele tinha a intenção de trocar o celular de W.G.T. por entorpecente. Segundo a PM, Fabio Clementino teria dado cobertura ao roubo.

Leia também:  José Sobrinho reinicia atividades nesta segunda-feira (31)

Mas, em depoimento a Polícia Civil, Fábio disse que estava nas proximidades do Ginásio e havia comprado o celular de dois suspeitos pela quantia de R$ 80. Ele disse que a PM chegou até o local e mandou-o sair dali e quando estava a caminho do bairro Boa Esperança foi novamente abordado pelos policias que perguntaram onde estava o aparelho. Fabio Clementino disse que não sabia que o celular era produto de roubo e afirmou que não praticou nenhum crime.

O caso deverá ser investigado pela Delegacia Especializada em Roubos e Furtos (DERF).

Advertisements

Comentários

*Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do site.