Foto: Varlei Cordova/AGORAMT

Os servidores municipais decidiram, na assembleia desta terça-feira (13/03), que os trabalhadores da educação irão participar da paralisação de três dias que ocorre em todo o país. Dentre as pautas da assembleia está a questão do piso salarial, pois os funcionários públicos querem que o reajuste de 7,08% seja retroativo a janeiro. Nesta quarta-feira (14/03) os trabalhadores vão estar na Câmara Municipal para pedir que os vereadores que votem por uma emenda na proposta feita pelo prefeito José Carlos do Pátio.

Durante a assembleia foram colocados em votação três itens que era o de aceitar a proposta do prefeito do reajuste de 7,08% para abril, pedir a Câmara de vereadores que façam uma emenda para que garanta que o aumento seja retroativo a janeiro ou permanecer com a proposta decidida na ultima assembleia que era a de reajuste mais 10%.

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O presidente do Sindicato dos Servidores Público Municipais de Rondonópolis (Sispmur), Rubens Paulo, afirmou que a atitude do prefeito de levar até a Câmara o projeto de reajuste sem falar com os servidores foi um desrespeito. “Demos um voto de confiança ao prefeito porque ele havia aberto um diálogo, mas ele simplesmente sem informar ao Sindicato e nem aos servidores impôs a sua decisão. O Sindicato estava aguardando um novo encontro que havia sido prometido pelo próprio prefeito, mas isso não aconteceu”, diz.

O presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte, vereador Reginaldo Santos, reafirmou o discurso que fez na última sessão da Câmara de que o prefeito teria enganado a todos dizendo que iria reformar as escolas e que por isso atrasaria o início do ano letivo. “70% das escolas municipais não foram reformadas em fevereiro, Pátio enganou a todos”, alega.

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Reginaldo comentou que amanhã vai propor uma emenda na proposta feita pelo prefeito. “Eu ficaria mais feliz se fosse uma emenda coletiva de todos os vereadores, pois teria ainda mais força”, salienta.

 

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