Em maio de 2010, a reportagem do AGORA MT recebeu denúncia de que o então corregedor da Polícia Federal (PRF) em Mato Grosso, o inspetor Wilson Santos, estaria em Rondonópolis a serviço utilizando um veículo descaracterizado da PRF, a fonte ligado ao site, enviou fotos e um extrato do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran), onde a placa utilizada pelo veículo conduzido por Wilson Santos não constava, dando a clara certeza de que o Palio conduzido estaria trafegando com placas frias.

No entanto depois de investigações mais aprofundadas o repórter, Ricardo Costa, constatou que as fontes tinham errado e que apesar da placa não constar no cadastro oficial do Detran, que lhe foi apresentado, o corregedor da PRF conforme disciplina a Lei nº 9053/97 goza da prerrogativa de uso de placas reservadas. As placas “reservadas” tem o intuito de dar segurança ao policial que está utilizando o veículo.

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Após a publicação da matéria ficou comprovado que o inspetor Wilson Santos, estava amparado legalmente e que o repórter, baseado e confiante nas informações de sua fonte, errou ao classificar que o inspetor utilizava um carro oficial com placas frias.

Sendo assim, emito a presente retratação como forma de tentar minimizar os eventuais danos que possam ter sido causados à imagem do inspetor Wilson Francisco dos Santos e da própria Polícia Rodoviária Federal.

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