No programa desta segunda (23), Tas tratou o episódio como “pequeno zum-zum-zum” e criticou a disposição de um sindicato do Distrito Federal de propor restrições ao trabalho do “CQC” na capital.

Na semana passada, Meirelles tentou de várias formas (“custe o que custar”, conforme o lema da atração) chamar a atenção da secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, que participava de evento oficial em Brasília.

Acabou, contudo, irritando jornalistas ao atrapalhar a gravação de equipes de TV.

O humorista (incorporado neste ano ao programa da Band) tentou entregar uma máscara de Carnaval para Hillary enquanto berrava “samba!” –pouco antes, a americana tinha sido flagrada bebendo cerveja e dançando num bar na Colômbia.

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Houve, então, uma discussão com a assessoria de imprensa do Ministério das Relações Exteriores.

Em seguida, a equipe do “CQC” prometeu discrição para não ficar de fora de uma entrevista coletiva com Hillary e o ministro Antonio Patriota. Promessa cumprida.

Mas, na saída, mais confusão: com nova tentativa de fazer a máscara chegar às mãos de Hillary, Meirelles atrapalhou o trabalho de fotógrafos, cinegrafistas e repórteres. Os colegas quase trocaram agressões físicas –Itamaraty e embaixada dos EUA precisaram intervir para que isso não se concretizasse.

‘PEQUENO ZUM-ZUM-ZUM’

O programa de hoje, segundo Tas, mostrou o que “realmente aconteceu”, a despeito de reportagens “que [disseram que] o ‘CQC’ foi lá, fez uma coisinha que não podia, fez bobagem numa coletiva de imprensa”.

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O quadro começou com Meirelles entrevistando parlamentares –que, na maioria, desconheciam os motivos que trouxeram a norte-americana ao Brasil.

Corta para o evento com Hillary e Patriota. O integrante do “CQC” tenta entregar a máscara carnavalesca, para que ela possa “dançar e beber” à vontade. Hillary percebe a movimentação, sorri, aplaude e bate com a mão no coração.

No modo “defensivo”, o “CQC” exibiu um relógio para provar que, durante toda a coletiva de imprensa (cerca de 40 minutos), Meirelles não se manifestou –ainda que as reclamações tenham ocorrido pelo comportamento do “CQC” no começo e no fim do evento.

Tas também rechaçou a ideia de que jornalismo e humor não podem se misturar. Disse que a tentativa de “calar um programa” pode ser um perigoso precedente.

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Termina, por fim, afirmando que “o ‘CQC’ não está aqui para brigar com ninguém. O CQC é só amor”.

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