O presidente da CCJ, vereador Marcus Fabrício (PP) “O arquivamento tem como base a informação da Polícia Civil"

A possibilidade de se cassar o presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Júlio Pinheiro (PTB) deve ser sepultada nesta quinta-feira (12/04), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal de Cuiabá, quando os vereadores vão anunciar a decisão de arquivar a abertura de processo de cassação do presidente da casa acusado de tentativa de agressão à sua esposa com um garfo de churrasco ao chegar a casa na madrugada de sexta-feira.

Nesta terça-feira, alguns vereadores já informavam que Júlio Pinheiro não corre risco de cassação e que o arquivamento é certo. A decisão será tomada com base na decisão da Polícia Judiciária Civil de não abrir procedimento contra o vereador Júlio Pinheiro, já que ao registrar boletim de ocorrência na Central de Plantão, na madrugada da última sexta-feira, a esposa do parlamentar não manifestou desejo de representar contra ele. Os vereadores lembraram que o crime de ameaça é condicionado a representação da vítima.

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O presidente da CCJ, vereador Marcus Fabrício (PP) disse entender que devido à decisão da Polícia Civil não existe razões para a cassação do vereador Júlio Pinheiro. Segundo ele, Pinheiro ao estar bêbado e tentar agredir a esposa não usou a “prerrogativa” de vereador. “O arquivamento tem como base a informação da Polícia Civil que disse não haver representação da esposa”, disse concluindo que “não houve ameaça, só uma tentativa de ameaça. Não podemos fazer nada, apenas atentar aos fatos do que diz o boletim de ocorrência”, concluiu.

O tucano Antônio Fernandes, por sua vez, disse que está “por fora” do assunto, se recuperando de uma dengue, e não quis opinar sobre o caso. “Não tive contato com Júlio Pinheiro, não sei o que de fato aconteceu. Mas com certeza vamos ver o BO e analisar na CCJ o que aconteceu”, afirmou.

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