Cresce a cada ano o número de crianças e adolescentes que engravidam, tanto em quantidade quanto de forma precoce. Em cinco anos Rondonópolis registrou um crescimento de 12% na gravidez prematura.

A gerente do Departamento de Ações Programáticas da Secretaria Municipal de Saúde, Mariúva Valentim Chaves, relatou que infelizmente a cada ano que passa as mulheres ficam gravidas cada vez mais cedo, o que traz prejuízo às mães novas que muitas vezes não esta com o corpo preparado para a maternidade

De acordo com Mariúva, na década de 80 a gravidez começava aos 14 anos e atualmente a faixa etária reduziu para 10 anos, sendo anotado recentemente a gravidez de uma garota de oito anos.

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Em 2011 a secretaria registrou seis gravidezes de adolescentes com idade inferior a 15 anos e 78 gestações de adolescente com idade entre 15 e 19 anos, sem levar em consideração os natimortos.

Mariúva relata que 25% das crianças nascidas vida são de mães crianças ou adolescentes e houve um crescimento de 12%, entre os anos de 2.007 e 2.011, de gravidez precoce.

A gerente relata que infelizmente a liberdade sexual tem iniciado muito cedo e muitos jovens não tem consciência dos limites que devem ter o que resulta em uma gravidez precoce quando não em uma doença sexualmente transmissível (DST), como a AIDS. “Nossos jovens tem começado a vida sexual muito cedo e sem noção das responsabilidades que a prática exige e sem os cuidados necessários. A prova é o crescimento de jovens gravidas ou com DST”, observou.

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Segundo Mariúva, em razão dos casos de gravidez prematura e de DSTs a Secretaria tem desenvolvido ações nas escolas para alertar os jovens e conscientizá-los da importância de usar preservativo.

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