Queimada no lixão da Mata Grande. Foto Varlei Cordova/AGORA MT

O Conselho de Municipal de Segurança Pública (Conseg) da Vila Operária acionou na tarde desta terça-feira (08/05) o Ministério Público e a Câmara dos Vereadores para que seja tomada alguma providencia quanto ao lixão de Rondonópolis e evitar que traga mais problemas a sociedade.

O diretor de Meio Ambiente do Conseg, Marcelo Spani, relatou que a preocupação está na forma que é conduzido o deposito de lixo, sem qualquer cuidado e susceptível a transmitir doenças para as pessoas que colhem restos de materiais no local, pois é deposito todos os tipos de resíduos bem como animais mortos.

Outro fator preocupante são as constantes queimadas no local que afeta principalmente o presídio Major Eldo de Sá Corrêa ‘Mata Grande’, com a fumaça de vem do lixo, e toda a região da Vila Operária, composta por 133 bairros. “As pessoas ficam inalando da fumaça do lixão e com certeza terão a saúde prejudicada. Diferente das queimadas no tempo de seca, a fumaça do lixão ocorre durante todo o ano e até agora nada foi feito”, frisou.

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Cachorro jogado no lixão

Um motorista da Companhia de Desenvolvimento de Rondonópolis (CODER), que não quis se identificar, relatou que diariamente despesa restos de entulhos e galhos de árvores e quase que diariamente tem focos de queimadas no local. Segundo o motorista aparentemente os catadores ateiam fogo no lixo para facilitar o recolhimento de metais para serem vendidos e até onde sabe a empresa responsável pelo local nunca tomou nenhuma providência.

Spani ressaltou que já passou da hora de Rondonópolis ter um aterro sanitário, onde o lixo é enterrado após ser despejado e assim evitar que esse tipo de situação não ocorra, contudo o município ainda tem o hábito de fazer montanhas de lixo ao céu aberto. “Queremos um basta para esse problema e descaso com o meio ambiente e a população”, concluiu.

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