Nildeson Candido da Silva, coordenador da Politec. Arquivo AGORAMT

A falta de preservação do local do crime é um dos principais fatores que contribuem para demora ou para a não solução de um caso, a falta de cultura de preservação do local é um dos fatores que dificulta o trabalho da Perícia Oficial e Identificação Técnica (POLITEC).

Nildeson Candido da Silva, coordenador da Politec, é enfático em dizer que 100% dos casos podem ser resolvidos se o local do crime for preservado, seja de homicídio, roubo, furto, meio ambiente, acidente ou outro qualquer.

“A investigação começa no local do crime, com coleta de dados para identificar o responsável, mas infelizmente quando chegamos tudo já foi alterado. Já aconteceu de chegarmos à cena de um homicídio e o corpo ter sido movido do local e a arma do crime ter sido tocada por várias pessoas”, citou o coordenador e lembrou o caso Isabella Nardoni que teve o local preservado e foi possível identificar com precisão os autores do crime.

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Contudo Nildeson observou que essa falta de cultura de preservação do local do crime acontece em todo o Brasil. “Infelizmente as pessoas são muito curiosas e se aglomeram no local e comprometem toda a cena, quando deveriam acionar a polícia e manter  distância”.

Nildeson observou que o laudo da Politec é totalmente técnico e sem interpretações pessoais, para que seja oferecido subsídio da autoria do crime ao processo

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