Manifestação dos professores de Rondonópolis na Avenida Amazonas. Foto Varlei Cordova/AGORA MT

A greve dos professores das Universidades Federais já é a maior dos últimos tempos, 46 das 64 unidades já suspenderam as atividades. Na manhã desta segunda-feira (28), professores e alunos da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) de Rondonópolis realizaram um manifesto na Praça Brasil.

O presidente da Associação dos Docentes da Universidade Federal de Mato Grosso (ADUFMAT), professor Antônio Gonçalves Vicente, explicou que desde 2010 tentam negociar pautas como, Plano de Carreira, investimento em construções e reformas dos prédios das universidades, condições de trabalho, ensino e assistência aos estudantes, mas até o momento nada foi feito.

O professor observa que esta é a maior paralisação da história, pois tem a participação da maioria das universidades, que reflete em mais de um milhão de acadêmicos sem aulas e também na suspensão de pesquisas e projeto científicos e culturais.

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Está greve conta também com participação dos estudantes nos manifestos, pois sentem as dificuldades dos professores em ministrarem aulas sem laboratório e a carência de salas de aulas.

Vicente relata que infelizmente a greve não tem previsão de término, pois o Governo tem adiado todas as reuniões com o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN).

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