Familiares e palmeirenses no enterro de André Lezo, 21, em São Paulo; torcedor morreu após ser baleado Foto: Apu Gomes - 26.mar.2012/Folhapress

O Ministério Público de São Paulo entrou na Justiça com ações civis públicas pedindo a extinção de seis torcidas organizadas. Segundo a promotoria, o motivo é todas terem envolvimento em atos de violência nos últimos meses.

Mancha Alviverde (do Palmeiras), Gaviões da Fiel (do Corinthians), Serponte e Jovem Amor Maior (ambas da Ponte Preta) e Guerreiros da Tribo e Fúria Independente (as duas do Guarani) foram incluídas no processo.

O promotor Roberto Senise Lisboa pediu liminar para que as torcidas e seus integrantes sejam impedidos de comparecer a eventos esportivos, em todo o território nacional, até que a decisão final da Justiça seja conhecida.

No dia 25 de março, integrantes da Mancha Alviverde e da Gaviões da Fiel entraram em confronto na avenida Inajar de Souza, na zona norte da capital. No mesmo dia Corinthians e Palmeiras se enfrentaram no Pacaembu.

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Duas pessoas morreram por causa da briga: André Alves Lezo e Guilherme Vinícius Jovanelli Moreira eram ligados à Mancha.

Na ação, o promotor lembra ainda da morte do corintiano Douglas Silva, em agosto de 2011, também em confronto entre as duas torcidas.

Nove dias antes da briga em São Paulo, um confronto entre torcedores de Guarani e Ponte Preta, na avenida que liga os estádios dos dois clubes, em Campinas, ocasionou a morte de Anderson Ferreira, ligado, segundo o promotor, à Fúria Independente.

O jogo era de times das categorias de base dos clubes.

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