Um cheque no valor de R$85 mil reais assinado pelo prefeito Ananias Martins de Souza Filho vai garantir a reforma do espaço que vai abrigar o Banco de Leite Humano de Rondonópolis. A iniciativa vai garantir uma alimentação ideal e nutritiva para as crianças recém-nascidas internadas nos 15 leitos da UTI Neonatal e outros cinco disponíveis para a observação.

A proposta vai contribuir principalmente para diminuir a mortalidade infantil. O líder do Governo na Câmara, vereador Lourisvaldo Oliveira (PMDB), o Fulô foi o principal incentivador da instalação do banco e o parlamentar que mais trabalhou para que a instituição se tornasse uma realidade.

“Consegui, junto a Secretaria Estadual de Saúde, a cessão de uma pediatra e uma bioquímica para trabalhar na unidade, cobrei do secretário Pedro Henry a liberação das profissionais durante visita a capital, reforcei por diversas vezes a importância do Banco de Leite e finalmente este benefício se tornou uma realidade”, diz Fulô.

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O prefeito Ananias destaca que o Banco de Leite é um sonho antigo da cidade de Rondonópolis. Na opinião de Ananias a obra vai ser referência para o interior do Estado e com isso contribuir para a alimentação saudável dos bebês internados.

“Um custo tão pequeno com um benefício tão grande que eu não pude me eximir desta obrigação”, e completa, “estou satisfeito por fazer parte desta obra tão essencial para a sobrevivência das crianças”, conclui.

O vereador Fulô esclarece que o local vai contar com sala de recepção, consultório médico, higienização, paramentação (vestimenta adequada), coleta, lavagem, processamento e estocagem e controle de qualidade. O Banco de Leite vai ser cadastrado e integrado a Rede Nacional de BLH – FioCruz do Ministério da Saúde.

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O atendimento da primeira unidade do interior do Estado de Mato Grosso vai começar com o término das obras de reforma do local.

A previsão para a conclusão da reforma é no fim de agosto. De acordo com a pediatra e especialista em Aleitamento Materno, Virginia Beatriz de Resende Silva, houve demora nas licitações e contratações de empresas que acabaram desistindo do serviço. Depois a decisão foi repassar o recurso para a Santa Casa de Misericórdia e Maternidade de Rondonópolis para que a instituição ficasse responsável. “O contrato já estava assinado com a empresa e só faltava o dinheiro para começar a melhoria nas salas”, esclarece.

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