Por definição, o sofisma tem o objetivo de dissimular uma ilusão de verdade, apresentando-a sob esquemas que aparentam seguir as regras da lógica.

Não conheço João Negrão e nada posso falar de um homem só por ele se chamar João, amigos comuns, disseram-me, tratar-se de um jornalista, muito inteligente e pessoa de agradável companhia.

Não vou entrar no mérito sobre o fato dele me achar, rídiculo, lambe botas, interesseiro, fetichista, admirador do próprio falo etc, etc, etc.  Não sou importante e nem parte do tema.

Só posso dizer que as informações que tenho dele, são as melhores possíveis. dito isto, nada tenho a declarar, além do que os leitores deste espaço merecem um debate melhor.

Se em algum ponto se sentiu ofendido, sou responsável pelo que escrevo, porém não tenho controle sobre o que ele entende,  João diz que insinuei que seus artigos possuem  “dono”, só posso imaginar duas coisas, paranóia ou ato falho, pois nem espremendo o que escrevi, consegue-se chegar a  tal dedução.

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Quem lê o primeiro artigo do João Negrão, tem a nítida impressão que o Senador Pedro Taques, está perdido pelos corredores do senado e que nada fez. O que não é verdade.

Me ative a contrapor as premissas ali levantadas, morro defendendo o direito do jornalista escrever, sempre que achar que deve e sobre qualquer tema, incluindo me chamar do que bem entender, mesmo que seja um artigo  como estes, que do meu ponto de vista desinforma e nas entrelinhas destila algo inconfesso.

O cerne deste debate se resume ao jornalista dizer que Taques nada fez e o fato de alguém dizer que não concorda e apontar fatos. Não vejo porque tanto fel.

Ele não se mostra satisfeito com a atuação do senador isto é fato.

Como eu disse anteriormente,  Taques apresentou uma quantidade de projetos substancial e de qualidade relevante, o que também é fato, se fulano ou beltrano já havia em dado momento apresentado, alguns destes projetos, o certo é que não foram a frente e o país estava necessitando.

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Não vejo demérito nesta reapresentação, por ter sido feita pelo senador de MT.

Sobre dividir a politica em duas eras, já faz parte da fertilidade mental do jornalista e de sua habilidade em lidar com as letras, o que temos dito é que Mato Grosso, tem sido citado na grande mídia, também pela boa atuação do seu senador, nada foi dito sobre os outros senadores, porque não tinham sido citados no primeiro artigo contraposto.

Sobre ser o salvador da Pátria, ninguém disse isto, foi dito que a população não aguenta mais todo dia ver a cachoeira de dinheiro indo pelo ralo e que Taques pode ser o cara certo, com ideia certa no momento exato e  nada mais poderoso, que uma ideia quando chega a sua hora.

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Mas o último artigo do João, creio, encerra este debate, pois é revelador, tirando a postura fascista de desqualificar o outro que se opõe, ele deixa claro alguns pontos.

1-    A discordância é ideológica e a régua com a qual mede Pedro Taques, é a do PT e seus satélites.

2-    Gostaria que o senador se assumisse como vassalo do projeto do PT, aliado total.

3- Gostaria de ver o senador usando sua habilidade adquirida no MPF para extirpar do cenário jornalístico a revista VEJA.

A inquietação do João faz sentido, pois isto não vai acontecer, nem as pessoas sensatas do palácio do Planalto querem que o Brasil volte aos tempos da intolerância em relação a liberdade de expressão.

VEJA, com informação parcial ou não te o seu público e não cabe a quem quer que seja dizer o que as pessoas devem ler.

José Antônio dos Santos Medeiros

Suplente senado-PPS-MT

 

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