O mato-grossense Fabiano de Oliveira (31), que participou da Rio+20 como tradutor, afirma que durante anos se preparou para fazer parte de um evento como esse. Para ele, ser aprovado em todas as fases de seleção para tradutores da conferência  foi o reconhecimento por toda dedicação ao estudo de inglês e espanhol. “Decidi trabalhar na Rio+20 para adquirir mais experiência na área de tradução e intérprete e também por gostar de conhecer pessoas de diferentes países e culturas”, Disse.

Fabiano trabalhou no evento traduzindo documentos oficiais e restritos da Organização das Nações unidas (ONU), como discursos de presidentes, ministros e representantes de países ligados à ONU.“Eu fui intermediário entre a ONU e Países participantes do evento, os documentos oficiais e restritos já estavam nas línguas oficiais, o meu papel era administrar os documentos oralmente e parte da escrita”.

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O intérprete morou nos Estados Unidos seis anos, onde se formou em um curso que no Brasil é equivalente à graduação em Letras- habilitação em espanhol, há mais de um ano ele já trabalha como tradutor e para participar da Rio+20 ainda participou de treinamentos específicos para saber lidar com ministros e palestrantes.

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