A colheita de milho safrinha no estado começou no início do mês e segue em ritmo lento. A estimativa do Instituto Mato-Grossense de Economia Agrícola (IMEA) é de que sejam colhidas 13,1 milhões de toneladas de milho safrinha em todo o estado. Se confirmado, o número será 87% maior do que a safra passada.

A maior parte do milho utilizado para venda e fabricação de produtos nas feiras de Rondonópolis é originária de uma propriedade localizada em Campo Verde, que utiliza métodos de irrigação para garantir o bom desenvolvimento da planta.  De acordo com o feirante Luís Cruz, a procura por milho durante todo ano é grande, porém  a produção destinada a revenda nas feiras ainda é pequena. “ Hoje eu queria cinco caixas de milho para minha banca, mas consegui somente três, tem dias que os clientes não conseguem encontrar o produto na feira”, disse.

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Há mais de 20 anos Veronice Melo Barbosa trabalha com a fabricação de produtos a base de milho, em sua banca na feira são vendidas em média 350 pamonhas por dia, além de bolo, cural, caldo de milho e canjica, ela afirma que está preocupada,  pois acredita que na semana que vem não vai encontrar milho para fabricar suas receitas.

Hoje uma dúzia de espigas é vendida por R$ 12,00, em épocas que a demanda de milho é grande  esse preço cai mais de 50%. O milho é um dos ingredientes mais procurados nesta época do ano porque ele é a base de muitos pratos servidos no período de festas juninas, este ano a comemoração vai sair mais cara.

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