Imagem de prédios danificados é vista em Homs, em foto de divulgação, no dia 2 de junho Foto: Shaam News Network/Divulgação/REUTERS

Forças sírias bombardearam áreas dominadas por rebeldes da oposição nas cidades de Homs e Deir al-Zor, nesta segunda-feira (11/06), e entraram em combates que resultaram na morte de ao menos 29 pessoas ao redor do país, disse o Observatório Sírio para os Direitos Humanos.

O Observatório, com sede na Grã-Bretanha e que monitora a situação na Síria através de uma rede de contatos dentro do país, disse que seis membros das forças de segurança morreram na localidade de Al Ashaara, em Deir al-Zor.

Outras cinco pessoas, incluindo um desertor do Exército, foram mortas em bombardeios sobre a cidade, segundo a entidade.

Na região central do país, onde rebeldes do Exército Sírio Livre têm intensificado os ataques contra as forças leais ao presidente Bashar al Assad, o Exército oficial bombardeou Rastan e Homs e conduziram ofensivas nas províncias de Hama e Idlib.

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Vídeos publicados na Internet por ativistas mostraram o que eles afirmam ser helicópteros disparando mísseis sobre alvos em Rastan.

Os esforços da ONU para levar paz à Síria –onde uma rebelião de 15 meses contra Assad tem se tornado cada vez mais violenta– praticamente não tiveram resultado, com ambos os lados culpando um ao outro.

Soldados e milicianos leais a Assad mataram ao menos 10 mil pessoas, de acordo com dados da ONU. O governo de Assad diz que do seu lado morreram mais de 2.600 pessoas. Assad culpa terroristas apoiados pelo exterior pela violência.

O Observatório disse que quatro membros das forças de segurança e um civil morreram quando uma bomba explodiu perto de um posto de patrulha na cidade de Idlib, no norte.

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